Enquanto o ex-presidente dos EUA Donald Trump volta ao cenário político com um discurso agressivo, racista e imperialista, o povo brasileiro deve permanecer atento.
Trump e sua agenda representam um projeto global de dominação econômica, militar e ideológica que impacta diretamente países do Sul Global, incluindo o Brasil.
Não se trata apenas de declarações. Durante seu mandato, Trump impôs sanções, ameaçou a soberania de países latino-americanos e incentivou o avanço da extrema-direita no mundo. Seu retorno à cena política internacional é um alerta para os povos que lutam por autonomia, justiça social e soberania.
Para a juventude brasileira, defender o Brasil é defender o povo. É lutar contra as desigualdades, contra a submissão aos interesses estrangeiros e contra a entrega do nosso patrimônio. É dizer não à política de alinhamento automático aos EUA, postura que Bolsonaro seguiu à risca, prejudicando nossa economia, meio ambiente e democracia.
Nós acreditamos em uma juventude crítica, que entende seu papel na luta por um Brasil soberano, justo e popular.
Defender o Brasil é defender nossas comunidades, nossas escolas, nossos direitos e nossa cultura.
Não vamos aceitar que o imperialismo decida os rumos do nosso país.
A juventude está em pé de luta!