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Na Bahia, estudantes e sociedade civil fazem manifestação pelo cessar-fogo entre Israel e Palestina

Estudantes tomam as ruas da capital baiana contra genocídio que já vitimou 1.435 pessoas na Palestina

Na última quarta-feira (30/07), as ruas do centro de Salvador foram tomadas pela juventude, que pede o fim do genocídio na Palestina, por parte de Israel. Em ato na Praça da Piedade, cerca de 60 manifestantes protestaram pelo cessar-fogo entre Israel e Palestina e pela paz no mundo.

Desde o início da ofensiva militar em 8 de julho, segundo dados da Agência Brasil, já é contabilizada a morte de 1.435 palestinos.

Participaram do ato a Associação Baiana Estudantil Secundarista (ABES), União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (UBES), União Nacional dos Estudantes (UNE), União dos Estudantes da Bahia (UEB), Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), Central Única dos Trabalhadores (CUT), Movimento Passe Livre (MPL), e os partidos Comunista do Brasil (PCdoB), dos Trabalhadores (PT) e Democrático Trabalhista (PDT), entre outros.

Além de reivindicar o cessar-fogo imediato, o ato pediu a retirada do embaixador de Israel do território brasileiro e para que, em seu regresso, esteja condicionado o estabelecimento do fim do conflito pelas partes envolvidas. Outras pautas também engrossaram a manifestação, entre elas o envio de ajuda humanitária para a Faixa de Gaza, suspensão de toda e qualquer cooperação militar com Israel e contra as análises e financiamentos dos Acordos de Cooperação Bilateral em Pesquisa e Desenvolvimento Industrial com Israel.

O Exército de Israel declarou hoje (1° de agosto) o fim do cessar-fogo na Faixa de Gaza. A trégua terminou, horas depois do seu início, com o argumento  de que um dos seus soldados foi capturado por palestinos. O cessar-fogo, que deveria durar três dias, tinha entrado em vigor às 8h (2h em Brasília).

ESTUDANTES CONTRA TODA E QUALQUER GUERRA

Pelo Facebook, o presidente da entidade estadual (ABES), Nadson Rodrigues, comentou o posicionamento dos estudantes diante do conflito.

“A ABES se sensibiliza com o massacre na Palestina, pois sabe que quem mais sofre neste conflito é a juventude”, disse.

A vice-presidenta regional da UBES na Bahia, Beatriz Matos, condena o ataque. “É um ataque orquestrado pelo poder dos Estados Unidos, da mesma forma que muitos jovens morrem na Faixa de Gaza, milhares de jovens negros, da periferia do nosso país morrem pelas mãos da polícia militar, numa guerra velada pela grande mídia que não tem nenhum tipo de comprometimento social”, critica.

Em 11 de julho, A UBES lançou nota em solidariedade à Palestina e contra todo tipo de violência (acesse aqui:“Paz na Palestina!”).

Da Redação